Total do percurso: 131,5km
Aspecto do pedal: trilhas em estradas de barro, asfalto e praias.
Travessias de rios: 1) Rio Serinhaém (praia de Toquinho/Pontal de Serrambi – Barra de Serinhaém); 2) Rio Formoso (praia de Guadalupe – praia dos Carneiros)
Custo aproximado por indivíduo: 115,00 (3 diárias na pousada PortoBello/Tamandaré); 15,00 (3 +12) de balsa nas travessias; 10,00 almoço em Ipojuca, 10,00 (abastecimento de água em Ipojuca, Serrambi e na torneira (de graça) do viaduto em construção das obras da Refinaria Abreu e Lima em Suape). Total = 150,00. O custo de combustível com o translado (Elmo/Cleydson e Natércio/Geniele) não foram cobrados, ficou como cortesia para o grupo blashbikers.
04/09/2010 – primeiro dia.
O planejamento original do pedal era fazermos o trajeto de Barra de Jangada(Recife) até o Pontal de Boqueirão (Japaratinga/AL), em um percurso de 148 km. Entretanto, fomos até a Ilha do Coqueiro Solitário, distante 14km da pousada Porto Belo em Tamandaré, onde nos hospedamos, totalizando um percurso de 131,5km. Vamos ao relato.
Os blashs campinenses chegaram sexta (03/09), na calada da noite, ao Aconchego para jantar e em seguida um briefing sobre a nossa cicloaventura, que se iniciaria no dia seguinte logo cedinho. Foi um jantar em família, como é a tradição dos blashbikers, com os bikers Adilson, Fernando, Natércio, Thiago e suas respectivas famílias. Helda não nos acompanhou neste pedal, dando preferência seguir com Geniele e Patricia no apoio familiar em Tamandaré.
Sábado logo cedinho, às 5:00, chegam o grupo de blashs, que pernoitaram na casa do outro blash Pedro em Aldeia, para um café rápido no Aconchego. Os Blashsbikers partiram por volta das 5:40 em dois carros de apoio, conduzidos por Geniele e Cleydson, em direção ao distrito de Pontezinha, pela BR 101 Sul; bifurcando para a estrada de Curcurana que nos levou com rapidez ao ponto de partida na Barra de Jangada. Após a montagem das bikes e ajustes finais, partimos em direção a ponte nova da praia do Paiva em torno de 7:30. Pedalamos por uma ciclovia novíssima com uma distância de aproximadamente 5km, construída em um convênio de parceria pública privada com o estado de Pernambuco e os grupos Brennand e Odebrecht. Depois da ciclovia, viramos a esquerda em direção ao hotel Trópicos, onde fizemos uma parada rápida na beira mar da praia do Paiva, para tirarmos fotos de placas de avisos que mostra área proibida para banho devido aos ataques constantes de tubarões. Pedalamos algo em torno de 600m pela areia da praia parando mais uma vez na praia de Itapuama, bem em frente ao Bar do Oião. Ponto de parada obrigatória para quem faz caminhadas e pedaladas pelas praias de Pernambuco, pois servem deliciosos ensopados de caranguejo, ostras e aratús, entre outras iguarias do mar, a preços ótimos. Porém, passamos muito cedo (~8:20) e o Oião estava dormindo. Saímos da praia pelo Bar do Oião, pegando o estradão de terra que liga Itapuama à PE-60, para entrar na bifurcação da trilha de Jurissaca, já que a entrada da trilha dos holandeses estava fechado por um grande portão. A trilha de Jurissaca se encontra mais adiante com a trilha dos holandeses e tornando-se uma só. Esse trecho de terra foi um dos mais desgastantes e penosos para os blashs, pois enfrentamos aproximadamente 15 km de pura lama, que nos levou a acionar o modo tartaruga com constância. Tínhamos a intenção de pegarmos uma bifurção à esquerda no meio da trilha de Jurissaca, mas encontramos com um caminhante (palmeirense) local que nos informou que esse trecho estava bastante alagado e era melhor seguir até o fim na trilha Jurissaca/Holandesa e bifurcar à esquerda na estrada de pedra que finda na trilha que margeia a linha férrea. Essa era a nossa meta na travessia da mata do Zumbi. Ao chegarmos na estrada de pedra, construída pelos holandeses, o pedal se tornou mais agradável e mais rápido. Paramos no Engenho Boa Vista, para tirarmos fotos do casarão construído em 1819. Continuamos pela estrada de pedra até pegarmos uma bifurcação à direita em uma encruzilhada, para novamente pegarmos a esquerda na estrada da linha férrea. Cruzamos com a PE-60 e encontramos a barraca de Dona Severina, figura muita simpática que nos serviu um delicioso lanche a base de frutas tropicais (bananas e laranjas). Enfrentamos muita lama e estávamos um pouco fadigados. Um ponto interessante desta trilha foi o registro fotográfico que Adilson fazia e enviava em tempo real para o e-mail do grupoblashbikes. Os blashs Eymard e Rodrigo estavam nos acompanhando online e comentavam as fotos, curtindo também a nossa aventura. Estávamos nos sentindo verdadeiros Amir Klinks em suas aventuras náuticas.
Depois do lanche da Dona Severina, seguimos pela PE-28 (no sentido de Gaibú) pedalando uns 500m e entramos em uma bifurcação à direita na estrada asfaltada que leva ao anel viário do porto de Suape, passando pelas obras da refinaria Abreu e Lima. Mas, para nossa surpresa, logo no início desta estrada fomos parados por uma barreira policial que faz a segurança desta área, que nos impediu de continuar o nosso pedal por essa via. Retornamos e pegamos uma bifurcação à esquerda em uma trilha de terra, bem perto do posto policial, que nos levou de volta a estrada da linha férrea. Essa estrada segue paralela a estrada asfaltada e pedalamos até cruzarmos novamente por esse asfalto em um viaduto. O segurança do posto nos disse que nessa altura da estrada a gente poderia entrar que não haveria problemas. Foi então o que fizemos. Só que ao tentar pegar uma trilha para subirmos e alcançarmos o viaduto em cima, fizemos uma má escolha e andamos por uma área de terraplanagem (lama aparentemente dura), pois no lugar está sendo construído outro viaduto, e ficamos literalmente atolados na lama. Por sorte tinha uma torneira próxima e pudemos lavar as bikes, mas perdemos preciosos minutos na limpeza das seis bikes, algo em torno de uma hora. Passamos por debaixo do viaduto e pegamos uma bifurcação à esquerda subindo em uma a trilha que nos levou a parte de cima do viaduto. Após esse obstáculo seguimos em um asfalto novo, acelerando o pedal. Passamos pelo anel viário que liga a PE-60 ao Porto de Suape, em direção ao Engenho Mercê. Local bem movimentado com caminhões passando para um lado e para outro, e alguns restaurantes simples improvisados pelo pessoal local para servir aos trabalhadores do canteiro de obra da refinaria. Lá ficamos sabendo que um pontilhão que deveríamos pegar próximo dali foi arrastado pela enchente recente que assolou aquela área em meados de julho, causando enormes prejuízos em várias cidades da zona sul de Pernambuco. Rumamos então por outro caminho que nos levou até o engenho Guerra, que então bifurcamos para esquerda em direção a Usina Salgado. Por esse caminho reduziríamos uma boa distância em nosso percurso rumo a Porto de Galinhas. Só que, para o nosso azar, aconteceu exatamente o que não queríamos, a ponta do rio Ipojuca, localizada a ~200 metros da Usina Salgado, tinha caído. Estávamos bem próximo da PE-38, bem pertinho do distrito de Nossa Senhora do Ó, local onde iríamos almoçar. Tinha prometido ao grupo que iríamos comer um enorme galeto com tudo que tem direito, para dar animação a turma. O trecho do engenho Guerra até a ponte caída ainda estava bastante alagado, e dois carros que cruzou conosco na bifurcação do engenho Guerra seguiram o mesmo destino que o nosso. Em um dos carros iam duas garotas que parava o veículo a cada grande poça d’água, com receio do carro não conseguir atravessá-la. Pedalamos por alguns momentos juntos dos carros, mantendo uma certa conversação. Uma das garotas falou que estava tranqüila, pois se atolasse o carro tinham bastantes homens para ajudá-las. Os homens que elas se referiam era a gente. Vê se pode! Só que estávamos cansados e não queríamos perder tempo com aquilo. Quando a gente menos espera Natércio se desequilibra e cai completamente em uma grande poça d’água, e 5 segundos depois Caio faz a mesma coisa em outra poça mais na frente. Adilson não hesitou e mandou ver os clicks em seu BlackBerry. Amargada a frustração da ponte caída, voltamos para pegar a PE-60 na altura de Ipojuca. Nosso erro aqui foi não ter perguntado aos moradores do engenho Guerra sobre o estado da ponte.
Devido ao avançar da hora, resolvemos almoçar no primeiro bar de beira de estrada em Ipojuca. Uma comidinha simples que deu para matar a nossa fome. Pegamos a PE-60 novamente em direção a entrada de Porto de Galinhas em um trânsito infernal, devido ao feriadão. Pedalamos algo em torno de 1,5km e pegamos a bifurcação à esquerda, PE-38, direto para Porto. Uma estrada boa com acostamento e bem segura para ciclistas. Depois de Nossa Senhora do Ó, cruzamos o anel viário para Porto de Galinha e aceleramos o pedal, pois temíamos perder o barco da travessia do pontal de Serrambi (praia de Toquinho) para Barra de Serinhaém. Nessa estrada estão fazendo uma ciclovia, e por um bom percurso pedalamos por essa via nova, que ainda tem alguns pedaços de asfalto por fazer. O trajeto muito bom e tranqüilo fez com que a turma iniciasse umas brincadeiras, saltando as ‘falhas’ da ciclovia como o pessoal de BMX faz no salto de obstáculo. Foi aí que surgiu a primeira avaria, Natércio estourou o pneu traseiro num desses saltos, e em seguida Caio notou que a bike estava com a jante bem amassada. Solução: Natércio trocou a câmara, bem rápido, e soltamos o freio traseiro da bike de Caio. Já estávamos em Porto e o pedal voltou ao normal. Enquanto Natércio trocava a câmara, eu e Fernando adiantamos alguns metros para tomar informações com algumas pessoas que estavam por perto, a respeito do horário de funcionamento do barco de Serinhaém, mas o pessoal não sabia muito sobre o assunto. Como já passava das 17:30 a expectativa era que iríamos perder o barco, mesmo assim revolvemos ir até o porto de Toquinho. Pegamos a direita, logo na entrada de Porto Galinha, em direção a Serrambi, e entramos no Loteamento Coqueiral, em um atalho que encurtava bastante o caminho. No fim do loteamento, entramos por um passadinho em uma trilha bem legal, em um escuro total. Ligamos as lanternas, e o pedal passou a ser noturno, com mais emoção. Nesse momento, dependíamos completamente do GPS para a nossa navegação. E ele deu conta do recado. Saímos da trilha e pegamos o asfalto que nos levaria para Serrambi, bem próximo dali. Na entrada de Serrambi, paramos em um posto de gasolina, para descanso e nos abastecer de líquidos. Foi aí que tive a ideia de ligar para Edmilson, o ‘lancheiro’ que estava nos esperando para a travessia do rio Formoso (praia de Guadalupe - praia dos Carneiros), nosso destino final. Perguntei se ele conhecia algum barqueiro que operasse no rio Serinhaém, pois não chegaríamos a tempo de pegar o barco em horário comercial, devido ao nosso atraso. Ele entrou em contato com um amigo (Ênio) de Serinhaém, que desenrolou a nossa travessia com um barqueiro amigo (Davi). Foi uma alegria só, sabermos que estávamos com as duas travessias garantidas. Saindo de Serrambi, entramos em um estradão de barro em direção ao porto de Toquinho, que a propósito fica dentro de um condomínio de luxo. Chegamos no porto por volta das 19:00 e, para a nossa surpresa, tinha outro barco ancorado esperando por completar a sua lotação que se ofereceu para nos levar. Então ficamos sabendo que essa travessia funciona normalmente nos dias de semana no horário de 6:00 às 18:00, e nos fins de semana o horário é estendido até às 19:00, podendo ir até às 20:00. Liguei para Davi que nos disse que já estava chegando. Embarcamos e curtimos uma travessia tranqüila em um barco grande e rústico, com alguns moradores da Barra de Serinhaém que presta serviço ao condomínio. Foi interessante observar o contraste entre a riqueza e luxo, separados pelo rio, da pobreza e simplicidade da vila de Serinhaém.
Rumamos em busca do nosso próximo objetivo que era o Píer de Guadalupe. Um pedal tranqüilo e rápido em um asfalto sem carros, numa noite bem agradável. Chegamos no Píer por volta das 20:00 e lá estava o nosso barqueiro nos esperando, manteve a sua palavra que mesmo que nós chegássemos atrasados ele nos esperaria. Ficamos muito contentes por isso. O Píer de Guadalupe é um local belíssimo, todo iluminado que atrai casais de namorados para curtir noites românticas. Vimos um casal tomando vinho e dançando ao som do seu carro. Atravessamos todos de uma só leva o rio formoso para praia dos carneiros em um local chamado de ‘sítio da prainha’. Ancoramos em uma propriedade privada, cujo caseiro Quiminho nos deu permissão para atravessarmos a propriedade e pegar a estrada de barro que nos levaria ao nosso destino final, a pousada PortoBello. Já no estradão da praia dos carneiros, depois de enfrentarmos uma subidinha leve, chegamos na pousada às 20:40. Reinaldo estava nos esperando na esquina da pousada e nos felicitou pelo feito. Chegamos todos bem, sem demonstrar cansaço e fomos direto para os quartos tomar banho para logo depois sairmos em busca de uma pizzaria no centro de Tamandaré. Foram percorridos 105km nesse dia.
Eu e Natércio, no dia 6 bem cedinho, voltamos ao nosso local desembarque no sítio da prainha para fazermos o reconhecimento da área. Ficamos sabendo que quase toda a praia dos carneiros é propriedade privada. O local é belíssimo, tem um hotel bangalô e um restaurante. Então chamamos o pessoal para curtir o local e almoçarmos ali. Os carros só têm acesso se pagarem R$ 50,00 por um ticket que deverá ser gasto em consumo dentro do restaurante.
05/09/2010 – segundo dia.
Durante o jantar no dia anterior, decidimos abortar o trecho original que seria ir até o Pontal de Boqueirão em Japaratinga, distante 62km de Tamandaré, pois seria necessário o resgate do grupo pelo pessoal que estava curtindo Tamandaré. Então, resolvemos fazer um pedal de 50km, saindo da pousada em direção a Ilha do Coqueiro Solitário, seguindo pela praia do Porto, atravessando o rio Una e chegando em São José da Coroa Grande, onde pegaríamos uma longa trilha em direção à PE-60 margeando o rio Una, para voltarmos a entrar novamente em outra trilha que se inicia próximo à cidade de Barreiros. Essa trilha termina bem próximo da Ilha do Coqueiro Solitário, ou seja, faríamos uma trilha circular, não necessitando assim do uso do resgate.
Acordamos por volta das 6:00 horas, tomamos o café e saímos por volta das 7:40. Reinaldo, que não estava pedalando, tinha também dado a ideia de fazermos um churrasquinho no final da tarde, mas informamos que ele poderia iniciar os preparativos às 13:00, pois, com a mudança de planos, não ia ser demorado o nosso pedal. Cruzamos Tamandaré inteiro, pela via principal, e entramos em uma bifurcação à esquerda logo na saída da cidade, no início do asfalto. Uma trilha fantástica, toda rodeada de coqueiros, que nos levou direto para a praia do Coqueiro Solitário. Para a nossa surpresa, depois que cruzamos uma ponte de troncos de madeira, já próximo à praia, pegamos a direita em uma estrada que a poucos metros estava interrompida. Tamanha foi a nossa frustração, ao chegamos tão perto e não alcançarmos o objetivo principal do dia. Voltamos para bifurcação e tentamos entrar por uma porteira, que seria a entrada do Bar Mamucabinha. Conversamos com uma das garotas que veio nos receber e ela nos informou que deveríamos pagar algo em torno de R$ 20,00 para termos acesso ao Bar, para garantir um certo consumo. Achamos tudo isto uma maluquice, mas decidimos achar algum caminho que nos levasse a praia, pois toda a área é privada, com casas e condomínios que interrompem a passagem de qualquer pessoa ou veículo. Nossa impressão é que todas as praias afastadas do centro de Tamandaré, e as mais belas, são todas privadas, com acesso apenas por Bares que exigem um consumo nas suas dependências. Bem, a garota do Bar nos informou que tinha um outro caminho, bem próximo dali, que poderia ter acesso a praia. Então, seguimos a indicação dela e chegamos a praia. Para nós, era importante chegarmos a praia por uma via comum para fazermos a marcação da trilha com o GPS e postarmos na Internet para que outros aventureiros possam desfrutar daquela maravilha da natureza. Enfim, chegamos a praia e pedalamos um pouco em direção a Ilha do Coqueiro Solidário. Como a maré estava baixa o acesso à ilha foi fácil e curtimos bastante o local. Observamos que o coqueiro já estava sofrendo a ação de vandalismo, com algumas marcas nele. Conversamos com um pescador, o Perón, que parecia ser um guardião do coqueiro (http://www.youtube.com/watch?v=1wuCivLo4LA), já que ele estava na sombra dele consertando sua rede de pesca. Perón nos informou que os pescadores da região cuidavam do coqueiro, colocando areia na sua raiz, para dar maior sustentação a árvore, como também afugentavam os vândalos do local. Ficamos maravilhados com aquela pequena ilha, fizemos algumas fotos e filmagens e decidimos gastar o nosso tempo ali mesmo. Na volta, Adilson, Fernando e Thiago rumaram pela praia até o Bar Mamucabinha, onde combinamos tomar alguns ‘blashs’ antes de retornamos para a pousada. Enquanto isso, eu e Natércio resolvemos pegar a trilha original que dava acesso a Ilha do Coqueiro, para vermos se tinha alguma maneira de atravessarmos a barreira que interrompia o acesso. Ficamos felizes ao ver que tinha um passadinho onde bikes e motos poderiam atravessar sem grandes problemas. Fechamos assim toda a marcação do GPS com acesso a praia do Coqueiro Solitário. Encontramos com o resto da turma no Bar e curtimos bastante o local. Fizemos algumas entrevistas com as meninas do bar, Roberta e Cristina, que nos contou as histórias daquela região (http://www.youtube.com/watch?v=lVIriHBl6Fs). Voltamos pela mesma trilha que nos trouxe ali, num pedal rápido, pois o cheiro do churrasco de Reinando já estava chegando ali. Ele tinha nos informado (por celular), poucos minutos antes, que já estava acendendo o fogo. Chegamos na pousada por volta das 12:20, e fomos providenciar alguns itens que faltava para o churrasco. Percorremos 28km nesse dia e encerramos a nossa aventura ciclista. O resto do dia foi maravilhoso, com as nossas famílias curtindo o churrasco e conversando sobre a nossa aventura.
Total da cicloaventura: 131,5km.
Telefones úteis:
Associação dos Jangadeiros de Tamandaré (Meluz) (81-36761984), Edmilson (lancheiro-rio Formoso) (81-88812331),Cleibson (81-88211790) (barco-Serinhaém), Pousada PortoBello (Alberto) 81-36761572.
Grupo BlashBikers
Bikers que participarem desse pedal: Adilson, Caio, Elmo, Fernando, Natércio e Thiago.
Apoio no transporte: Cleydson e Geniele.
Texto: Elmo
Fotos de Adilson (BlackBerry):
Filmagens de Adilson (BlackBerry):
http://www.youtube.com/watch?v=3nqu91tHEhQ - Saida de Aldeia
http://www.youtube.com/watch?v=KHBiUbJEpYc - Saida de Aldeia
http://www.youtube.com/watch?v=0vgL-B5xW4s - Ciclovia em Barra de Jangada
http://www.youtube.com/watch?v=MEijEbCrBcU - Trilha dos Holandeses
http://www.youtube.com/watch?v=HYd4zCcjw-Y - Trilha dos Holandeses
http://www.youtube.com/watch?v=Zno87icDPFE - O Palmeirense na Trilha dos Holandeses
http://www.youtube.com/watch?v=hk46mDv9Oao - A barraca de Dona Severina
http://www.youtube.com/watch?v=d_tqPQ_TF_k - Ilha do coqueiro Solitário
Filmagens de Elmo (Canon): YouTube/elmosilvano:
http://www.youtube.com/watch?v=G6yph2QJBKA - 1 Aconcheco - os preparativos
http://www.youtube.com/watch?v=ngMo9RjtWtE - 2 Barra de Jangada - a partida
http://www.youtube.com/watch?v=jJY2ODqXPJM - 3 Pousada Porto Bello - o segundo dia
http://www.youtube.com/watch?v=mTG_cSBsHWw - 4 Ilha do Coqueiro Solitário (ou Isolado) - a maravilha da natureza
http://www.youtube.com/watch?v=1wuCivLo4LA - 5 Ilha do Coqueiro Solitário - Peron o guardião
http://www.youtube.com/watch?v=lVIriHBl6Fs - 6 Bar Mamucabinha - Cristina
http://www.youtube.com/watch?v=H70FOLAN6r8 - 7 Bar Mamucabinha - Roberta
http://www.youtube.com/watch?v=msCi-fuFv3k - 8 O Churrasco - confraternização em família no final do pedalPróxima aventura: Caminhos do Brejo (Bananeiras-Arará-Solânea/PB) – completar a via Roma com 47km em região montanhosa.

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