Como Martim havia dito que seriam só 3 ladeiras eu comecei a contar da primeira ladeira, saída de Campina Grande em direção a Massaranduba. Essa foi grande e longa. "Menos uma, não é Martim? E ele, "ótimo vá contando assim que fica mais fácil". Gente, foram 3 vezes não sei quantas subidas. Apesar de muitas subidas até pouco depois de Matinhas, começaram as descidas. Radicais descidas, que mais pareciam down hill, estradão de terra com muita pedra. Vou contar a vocês que impressionantemente eu não senti cansaço ou dores musculares. O mesmo digo de Martim, que veio sentir dores só depois que chegou em Alagoa Grande. De minha parte o Red Bull e o gelzinho "levanta defunto" de Elminho me ajudou bastante.
Percorremos os 48 km em 4 horas e meia.
Percurso
Fomos pela estrada que vai para a cidade de Massaranduba, e pouco depois da Manzuá entramos à esquerda num estradão de terra que vai para Matinhas (terra das laranjas). Nossa primeira parada foi no sítio Jurema, onde nos deleitamos com o papo de Dona Maria. Continuamos mais um trecho até chegarmos à Comunidade Cachoeira, em que conversamos com seu José, que foi bastante animador ao dizer "falta muito ainda para chegar em Alagoa Grande". Nada que nos impedisse de continuar...Mais um pouco à frente encontramos com Seu Antônio montado em seu cavalo que nos disse que estávamos no caminho certo.
Mais uma parada num campo bem aberto de uma paisagem belíssima para tira umas fotos, dessa vez na casa de Dona "Fulozinha", que nos confirmou o caminho a seguir até o distrito Caiana dos Crioulos, antigo quilombo ainda ocupado por uma comunidade de negros, antecedentes de escravos. O lugar é bem habitado, com igreja, posto de saúde, salão de beleza e até um curral cercado, estilo antigo rancho de forró. Eu e Fernando até ensaiamos uns passinhos no arrasta pé. Sentiram não é, que foi um pedal bem animado e sem preocupação com hora de chegada, como deve ser.
Na entrada de Alagoa Grande, paramos para fotos numa igrejinha, onde um guri pegou a bike de Fernando para dar umas voltinhas. O menino saiu em disparada e só ouvimos Fernando dizer: "eita ele vai embora mesmo". Quase Fernando ficava sem sua magrela.kkkkkkkk Mas, o menino só queria experimentar a bike de um dos aventureiros que chegava com capacete e mochila nas costas montado numa bicicleta.
Dali, seguimos para a casa de Martim, o sol já bastante quente começando a minar minhas energias. Márcia, esposa de Martim, nos esperava com um saboso lanche a base de muita fruta, pães, queijos e sucos. Saciamos nossa fome e fomos dar um rolé pelos pontos turísticos da cidade: igreja matriz, Museu Jackson do Pandeiro, teatro, centro hitórico, e ficamos sabendo um pouco da cidade que tanto sofreu com o rompimento da barragem de Camará.
No final, fomos conhecer o engenho da Cachaça Volúpia, considerada pela revista Playboy a segunda melhor cachaça do Brasil. Fernando quase não sai da sala de degustação e Adilson também acompanhando. Fernando provou a de banana, menta, cajá, graviola e de cana de açúcar, e Adilson também entrou nessa. Martim, nos deu toda a cobertura em Alagoa Grande.
Agora eu vou contar o que complicou nossa situação. Fernando esqueceu de levar a bolsa com o dinheiro e tivemos o desconforto de esperar o ônibus para voltar para casa em Campina Grande até às 15h50, graças ao dinheiro que Adilson levou. Resumindo, depois de muito pinga pinga chegamos em casa por volta das 18h30. São, salvos, suados, fedorentos e cheios de poeira, mas satisfeitos e com muita história para contar.
É um pedal que vale a pena a turma toda fazer. Fica o convite.
Helda Suene
Obs 1.: Em breve Fernando vai colocar no you tube um pequeno filme que fiz com minha máquina digital na igrejinha da comunidade Caiana dos Crioulos, para testar o funcionamento da câmera. Adilson fez outros filmes do BB dele e vai disponibilizar para o grupo.
Obs 2.: Alguns nomes são fictícios pois não lembrei. Ficou tudo gravado no BB de Adilson.
"Vamos pedalar!"
Inicio da Trilha após a saída de campina:
http://www.youtube.com/watch?
Sítio Chão do Basso (acho que é esse o nome), em Matinhas:
http://www.youtube.com/watch?
Comunidade Caiana dos Crioulos - Alagoa Grande
http://www.youtube.com/watch?
Entrada de Alagoa Grande - Fernando aflito após emprestar sua bike
http://www.youtube.com/watch?
FOTOS:
http://picasaweb.google.com.
Paramos numa usina desativada, conhecido Engenho do Barão, localizada numa pequena comunidade com escola e algumas casas. Foi onde paramos embaixo de frondosas árvores (castanholeiras) para se refrescar, matar a sede e fazer algumas imagens. Foi legal ver a Maria Fumaça (pequeno trem) encostada na beira da estrada e o maquinário que conta parte da história do empreendimento sob o relento. Incrível ver aqueles enormes caminhões carregados de cana atravessando uma ponte minúscula que mais parecia feita de papelão. Nosso pensamento era um só; Vai cair...Não caiu. Incrível mesmo.
Um pescador num riacho coberto de musgos e plantas aquáticas logo abaixo insistia em tentar pegar peixes? numa espécie de coador de café em tamanho gigante. Foi frustante não ver o que ele ou se ele conseguiu capturar alguma coisa. Mas, bem tínhamos que continuar nossa aventura. Não é que logo a frente encontramos um tremilhão carregado de cana virado na estrada de barro. Juro que pensei que era de propósito para facilitar a retirada da cana. Mas, gente, foi um acidente que poderia ter tido sérias consequências se tivesse esmagado algum dos trabalhadores. Aproveitamos, é claro, para registrar. Passamos pela Usina União. Essa em plena atividade e prosperidade.
Chegamos no distrito Primavera onde está localizada a cachoeira. Paramos no Zito Restaurante, por coincidência o nome do meu pai, para reabastecer de água. Seguimos até a cachoeira, mas qual não foi a nossa surpresa quando finalmente chegamos lá (depois de uma leve e quase invisível ladeira) soubemos que tínhamos que subir uma big ladeira para chegar na parte alta da cachoeira. Nessa hora o sol já estava a pino, mas nossa vontade de tomar banho na cachoeira foi maior. Água, eu quero água. Nosso corpo pedia para se refrescar urgente. Subimos a big ladeira. Tortuosa, longa, enfadonha...mas a maioria do grupo subiu sem descer da magrela. Eu não tive esse preparo. Subi no modo tartaruga, como bem batizou o blash Elmo.
Mas o banho de cachoeira, quando finalmente chegamos lá, foi tudo de bom. Quase não dava vontade de sair mais debaixo d'água. O local é simplesmente maravilhoso. Além de belo o lugar possui uma boa infra-estrutura para receber o turista. Vale a pena conhecer e usufruir as belezas da natureza local. Boa pedalada.
Texto: Helda Suene
Grupo de pedaleiros: (Blash Bikers)
ADILSON BARROS
ARTHUR RAFAEL
ELMO SILVANO
FERMANDO ROMA
HELDA SUENE
NATÉRCIO PEDROSA
RAUL ANTÔNIO
THIAGO PEDROSA
Click aqui e veja as fotos do passeio.
Fala Galera. Segue abaixo um texto feito por nosso Blash Biker representante de Aldeia, Elmo.
Texto muito legal relatando todo o passeio. Vamos a ele:
"Bikers: Adilson, Caio, Elmo, Eduardo, Fernando, Nathercio, Ramon, Reinaldo e Silvia.
Apoio: Eymard, Patrícia, Geniele
30/01/10 - 1º dia :
Eram 5 horas da manhã de sábado quando os primeiros raios de sol começavam a aparecer entre as árvores do condomínio Ricaflora (km 12) em Aldeia. Patrícia foi a primeira a se levantar da cama e começar os preparativos de um gostoso café, com direito a chá indiano com um pouco da erva que conseguimos nos EUA. Também foram servidas comidas típicas, como pamonha e cangica, além de um delicioso tender assado, esquecido de ser apreciado no último reivéillon na casa de Eymard. Os primeiros a chegarem foram Silvia e Eduardo, que logo deram início aos ajustes de suas bikers. Logo depois chegaram os Blashs: Fernando, Nathercio, Adilson, Ramon e Eymard, que pernoitaram na casa de Pedro a poucos quilômetros do Aconchego. Eymard deu o suporte no transporte de João Pessoa para Aldeia e fez as tomadas com sua nova câmara filmadora. Após o café e os devidos ajustes nas bikes, posamos para fotos e fizemos uma breve entrevista com o nosso camaraman. Partimos às 6:50 em direção ao portal do Ricaflora, saindo do Aconchego, pegamos a direita na estreita estrada de barro até o final do paredão do condomínio. Em seguida pegamos a bifurcação à esquerda na estrada do Chaparral em direção a estrada de Aldeia, na altura do km 13. Seguimos pelo asfalto até o km 16 onde viramos a direita (ponto de ônibus e macaibeira do Sta. Cruz) na estrada de barro que finda no Eng. Monjope próximo a BR 101. O estradão estava durinho e seco o que nos permitiu pedalar com maior rapidez. Todos puderam curtir uma breve travessia pela mata atlântica. A bike do Eduardo, logo no início desta travessia deu sinal de problemas na catraca. Mas o cara é muito forte e acelerou o seu pedal para parar um pouco mais adiante e tentar alguns consertos. Melhorou um pouco, mas ele continuou normalmente a sua pedalada. Chegamos a BR 101, na altura de Cruz de Rebouças e cruzamos para pegar a Estrada de Nova Cruz em direção ao Hotel Gavoa na praia de Mangue Seco. Esse trecho é totalmente asfaltado, com pouco movimento de carros, que nos permitiu chegarmos bem rápido a marina do hotel, onde estava nos esperando (após umas duas ligações) o nosso lancheiro Levi. Enquanto esperávamos Levi encostei a minha bike e ouvi um barulho de ar saindo do pneu, pronto...meu primeiro problema, pneu traseiro rasgado. Eduardo prontamente fez um remendo rápido, enquanto os primeiros 5 bikers atravessavam o canal Santa Cruz, em direção ao Forte Orange. Tivemos sorte nesta avaria, pois pedalamos em direção ao centro da Ilha de Itamaracá, que já estava em nossa trajetória, e trocamos de pneu em uma bicicletaria. Aproveitamos também para fazer o nosso primeiro abastecimento d’água em um mercadinho próximo da oficina. Durante a travessia da lancha todos ficaram maravilhados com a beleza da Coroa do Avião. Um fato curioso também é que aportamos na margem onde a TV Globo estava filmando uma travessia de nadadores entre o canal. A turma ficou toda animada, pois provavelmente foram todos filmados pela Globo. Seguimos em direção a barra de Jaguaribe onde fizemos uma travessia curta em um barquinho empurrado com uma vara pelo seu condutor. Pedalamos margeando a ilha até a entrada do pontal da Enseada dos Golfinhos, saindo do estradão e seguindo para a praia. Aqui Reinaldo se despede da gente, pois o plano dele era nos acompanhar até a sua residência de praia que ficava a alguns 300 metros de onde ele nos deixou. Daqui em diante seguimos pela beira bar até o pontal da Ilha, e começamos a chamar os barqueiros que passavam por perto da gente. Mas os desgraçados não paravam e começamos a ficar ligeiramente intranqüilos com àquela situação. Depois de um certo tempo aparece o Zelão, barqueiro local, e faz a nossa travessia pelo canal de Santa Cruz em direção a praia de Catuama. Pedalamos um pouco e paramos em um bar à beira mar, onde um camarada muito gentil veio nos servir. Era o “chocolate”. Tomamos banho de mangueira, e fizemos aquela deliciosa refeição regado a coca-cola gelada e algumas cervejinhas, porque ninguém é de ferro. Comemos peixe frito, pirão, arroz, fritas e salada de verduras. Doze paus para cada um no final da conta. Nosso segundo abastecimento de água e banho na bike com a mangueira do bar do “chocolate”. Partimos em busca da última balsa em Carne de Vaca. Chegamos por volta das 15:30 e esperamos um bocado. Aproveitamos para descansar, tomar água de côco e conversar com o pessoal local. Ficamos sabendo que o nome Carne de Vaca é atribuído ao atrapalho do pessoal local em chamar o nome de um navio espanhol que ficou encalhado em um local chamado Pedra de Galés no canal do Rio Goiana na divisa dos estados PB e PE. Isto foi nos idos de 1738, quando a região se chamava Freguesia de São Lourenço de Itapessoca (algo assim). O navio tinha o nome de Caravaca, porém o pessoal só chamava de carne de vaca pois era mais fácil. Aquele navio encalhado ali e a agonia dos tripulantes, sem poder seguir viagem, chamava a atenção de todos da vizinhança; até que um certo dia a maré subiu bastante e o navio conseguiu sair. Então, os tripulantes chegaram até a margem e começaram a pagar suas promessas pelo feito. E assim surgiu o nome do vilarejo. Bem, depois da travessia seguimos em frente, sempre o Eduardo puxando o grupo mais a frente. Pedalada tranqüila, em trecho de paralelepidos pela beira mar, chegamos na Pousada dos Mariscos em Pitimbú às 17:20. Todos sem demonstrar cansaço. A dona da pousada, Dona Ivanilda, de apelido “Boneca”, foi logo abrindo uma cervejinha bem geladinha a pedido de Nathercio e Edurardo. Logo depois se juntaram a nós, para comemorar o fim do primeiro dia, Laila, Daniel, Patrícia, Marcelo, Geniele e Thiago. Estes últimos tinham acabado de chegar disposto a levar Nathercio de volta. Mas depois de umas cervejinhas tudo ficou resolvido, eles iam pernoitar em Pitimbú e Nathercio continuava a aventura rumo a Bessa. À noite, depois de um banho bem tomado, fomos todos almoçar em um restaurante Chinês. Total do percurso = 79km.
31/01/10 – 2º dia:
Combinamos na noite anterior de acordarmos às 6:00 para tentarmos sair logo após o café, que depois de muita negociação com Boneca, conseguimos que fosse servido às 7:00. De todo jeito, só conseguimos partir às 8:05. Deixamos Caio e Ramon em Pitimbú, como foi a acertado, e rumamos para o centro da cidade em busca da Pb-008, nossa estrada guia até João Pessoa. Sabíamos que o segundo dia seria o mais difícil, não só porque já tínhamos pedalado no dia anterior 79 km, mas pela quantidade de subidas, ao todo foram 11, e o sol que neste dia castigou bastante. Nosso planejamento fez valer nesse momento, poupamos energia no dia anterior e dosamos bem nossos esforços nas subidas, conseguindo assim vencer subida a subida. O combóio estava distribuído, mais ou menos assim, Eduardo puxando na frente seguido de Silvia e Nathercio, no meio Fernando que vez por outra reduzia sua velocidade se igualando aos últimos, eu e Adilson. Eu estava com o joelho machucado de umas pedaladas que fizera algumas semanas atrás, também não queria exagerar no esforço para guardar energia para toda a pedalada. E assim nossa estratégia funcionou. Pedalamos um pouco acima das velocidades médias estipuladas no planejamento inicial (13km/h e 18km/h, no barro e no asfalto respectivamente), chegando mais cedo do que era previsto. Logo saindo de Pitimbú tínhamos planejado entrar em um trecho de barro seguindo pelas falésias em direção a barra de Açaí, que após travessia do rio subiríamos para a Pb 008 por um caminho da praia de João Pessoa. Queimamos essa trilha, por dois motivos: primeiro saímos mais tarde do que devia, e segundo, um fato novo tinha surgido, um churrasquinho que Eymard estava dando em homenagem a aprovação no vestibular da UFPB no curso de Direito de sua filha Mabel. Daí, meu amigo, falou em churrasco perto de Nathercio, fique certo de que ele vai trabalhar para chegar a tempo. De qualquer maneira, o comportamento dele foi exemplar, mesmo com o cheirinho da carne no seu nariz e as geladinhas esperando por ele. Ficou constantemente apoiando o grupo detrás e o da frente. Principalmente quando ele sofreu um susto um pouco antes de chegarmos na entrada de Tambaba. O fato é que devido as subidas e o asfalto ser rápido, o grupo se separou um pouco, ficando eu, Adilson e Fernando mais atrás. Também tive que parar e entrar em um trecho de barro para verificar uma entrada, que não passou de um erro de navegação meu. Percebido a tempo voltei para o asfalto. Mas o grupo da frente já estava bem adiantado e nem percebeu este ocorrido. De repente chega Nathercio, que estava pedalando sozinho no meio desses dois grupos, todo esbaforido dizendo que quase tinha sido vítima de um assalto. Um motoqueiro tinha seguido ele deixando-o bastante apavorado. Depois do ocorrido, decidimos que ninguém ficasse sozinho, ou seja, no mínimo dois por grupo. Todos mostraram um verdadeiro espírito esportivo e de companheirismo. Sempre, depois das infernais subidas, o grupo da frente esperava os demais terminar a sua subida. Depois descansávamos um pouco para logo em seguida colocar o pé no pedal e seguir viagem. Pegamos a bifurcação que dá entrada para a praia de Coqueirinho, sendo o único trecho de barro que faríamos no trajeto de Pitimbú-Bessa. Pretendíamos fazer um trecho que cruzava a barra de Gramame, mas Marcelo nos alertou que o rio era um pouco profundo e poderíamos enfrentar problemas na travessia com as bikes. Então achamos melhor abortar esse trecho. No trecho pela praia de Coquerinho passamos pela fonte d’água, um olho que brota dentro da mata, seguindo pelas praias de Tabatinga e Carapibús. No final desta tem um single track, perto das pedras, que leva a uma estrada de barro em direção a Pb 0083. Foi aqui que tomei um bom tombo da bike, quando uma ramificação laçou meu guidão, e eu fui literalmente ejetado para frente. Nada demais, pois estávamos pedalando bem lentos. Paramos na bifurcação desta Pb em um posto de gasolina e fizemos nosso último abastecimento d’água, que desta vez colocamos gelo em nossas mochilas d’água. Deste ponto em diante estávamos todos juntos, pedalando em direção a Estação Ciência. Na beira mar, pela praia de Cabo Branco, Fernando olha para trás e ver que eu e Adilson estávamos bem colados a ele e ficou muito feliz em saber que todos estávamos com energia suficiente para chegarmos bem em um só ritmo (velocidade média de 25km/h). Viramos o portão do condomínio de Eymard, e lá estavam todos nos esperando para aquele churrasco a beira da piscina. Foram percorridos 69km neste dia. A aventura foi muito boa. E tudo deu certo. Agora é preparar a próxima cicloaventura.
Participaram desta aventura representantes de vários grupos de bikers: Blash Bikers, Comdores e Pé no pedal.
OBS.: O modo “tartaruga” não foi acionado nenhuma vez. Fotos e vídeos nos links: http://picasaweb.google.com.
http://picasaweb.google.com.
http://sportstracker.nokia.
http://sportstracker.nokia.
Abraços,
Elmo."

