Não foi uma super pedalada, mas nossa aventura à Cachoeira do Urubu foi completa. Era domingo de carnaval (14). O dia amanhece ensolarado. Foram 50 km de pedalada em estradão pela Zona da Mata Canavieira do município Escada, distante 75 km de Recife-PE. O grupo de oito pessoas, saiu em dois carros e o reboque com as bikes, de Aldeia, Camaragibe-PE, por volta das 8 horas (já tarde), quando a previsão era sairmos de no máximo 7 horas. Deixamos os carros estacionados num posto de Escada e saímos então para começar a trilha, com o sol já começando a esquentar, por volta das 9h30. O percurso foi leve, com poucas subidas, terra batida, sob o canavial. Alguns trechos irrigados, outros mais na frente exalando fedentina do vinhoto da cana entrando em nossos pulmões que buscavam ar puro para oxigenar o corpo. Ainda bem que foi um trecho bem curto mesmo o da fedentina. É quase insuportável o mal cheiro. Vez por outra passávamos por algum trabalhador do canavial, com seus equipamentos eletrônicos de comunicação modernos em contato com a equipe. Quem sabe avisando da nossa passagem pela área.
Paramos numa usina desativada, conhecido Engenho do Barão, localizada numa pequena comunidade com escola e algumas casas. Foi onde paramos embaixo de frondosas árvores (castanholeiras) para se refrescar, matar a sede e fazer algumas imagens. Foi legal ver a Maria Fumaça (pequeno trem) encostada na beira da estrada e o maquinário que conta parte da história do empreendimento sob o relento. Incrível ver aqueles enormes caminhões carregados de cana atravessando uma ponte minúscula que mais parecia feita de papelão. Nosso pensamento era um só; Vai cair...Não caiu. Incrível mesmo.
Um pescador num riacho coberto de musgos e plantas aquáticas logo abaixo insistia em tentar pegar peixes? numa espécie de coador de café em tamanho gigante. Foi frustante não ver o que ele ou se ele conseguiu capturar alguma coisa. Mas, bem tínhamos que continuar nossa aventura. Não é que logo a frente encontramos um tremilhão carregado de cana virado na estrada de barro. Juro que pensei que era de propósito para facilitar a retirada da cana. Mas, gente, foi um acidente que poderia ter tido sérias consequências se tivesse esmagado algum dos trabalhadores. Aproveitamos, é claro, para registrar. Passamos pela Usina União. Essa em plena atividade e prosperidade.
Chegamos no distrito Primavera onde está localizada a cachoeira. Paramos no Zito Restaurante, por coincidência o nome do meu pai, para reabastecer de água. Seguimos até a cachoeira, mas qual não foi a nossa surpresa quando finalmente chegamos lá (depois de uma leve e quase invisível ladeira) soubemos que tínhamos que subir uma big ladeira para chegar na parte alta da cachoeira. Nessa hora o sol já estava a pino, mas nossa vontade de tomar banho na cachoeira foi maior. Água, eu quero água. Nosso corpo pedia para se refrescar urgente. Subimos a big ladeira. Tortuosa, longa, enfadonha...mas a maioria do grupo subiu sem descer da magrela. Eu não tive esse preparo. Subi no modo tartaruga, como bem batizou o blash Elmo.
Mas o banho de cachoeira, quando finalmente chegamos lá, foi tudo de bom. Quase não dava vontade de sair mais debaixo d'água. O local é simplesmente maravilhoso. Além de belo o lugar possui uma boa infra-estrutura para receber o turista. Vale a pena conhecer e usufruir as belezas da natureza local. Boa pedalada.
Texto: Helda Suene
Grupo de pedaleiros: (Blash Bikers)
ADILSON BARROS
ARTHUR RAFAEL
ELMO SILVANO
FERMANDO ROMA
HELDA SUENE
NATÉRCIO PEDROSA
RAUL ANTÔNIO
THIAGO PEDROSA
Click aqui e veja as fotos do passeio.
Paramos numa usina desativada, conhecido Engenho do Barão, localizada numa pequena comunidade com escola e algumas casas. Foi onde paramos embaixo de frondosas árvores (castanholeiras) para se refrescar, matar a sede e fazer algumas imagens. Foi legal ver a Maria Fumaça (pequeno trem) encostada na beira da estrada e o maquinário que conta parte da história do empreendimento sob o relento. Incrível ver aqueles enormes caminhões carregados de cana atravessando uma ponte minúscula que mais parecia feita de papelão. Nosso pensamento era um só; Vai cair...Não caiu. Incrível mesmo.
Um pescador num riacho coberto de musgos e plantas aquáticas logo abaixo insistia em tentar pegar peixes? numa espécie de coador de café em tamanho gigante. Foi frustante não ver o que ele ou se ele conseguiu capturar alguma coisa. Mas, bem tínhamos que continuar nossa aventura. Não é que logo a frente encontramos um tremilhão carregado de cana virado na estrada de barro. Juro que pensei que era de propósito para facilitar a retirada da cana. Mas, gente, foi um acidente que poderia ter tido sérias consequências se tivesse esmagado algum dos trabalhadores. Aproveitamos, é claro, para registrar. Passamos pela Usina União. Essa em plena atividade e prosperidade.
Chegamos no distrito Primavera onde está localizada a cachoeira. Paramos no Zito Restaurante, por coincidência o nome do meu pai, para reabastecer de água. Seguimos até a cachoeira, mas qual não foi a nossa surpresa quando finalmente chegamos lá (depois de uma leve e quase invisível ladeira) soubemos que tínhamos que subir uma big ladeira para chegar na parte alta da cachoeira. Nessa hora o sol já estava a pino, mas nossa vontade de tomar banho na cachoeira foi maior. Água, eu quero água. Nosso corpo pedia para se refrescar urgente. Subimos a big ladeira. Tortuosa, longa, enfadonha...mas a maioria do grupo subiu sem descer da magrela. Eu não tive esse preparo. Subi no modo tartaruga, como bem batizou o blash Elmo.
Mas o banho de cachoeira, quando finalmente chegamos lá, foi tudo de bom. Quase não dava vontade de sair mais debaixo d'água. O local é simplesmente maravilhoso. Além de belo o lugar possui uma boa infra-estrutura para receber o turista. Vale a pena conhecer e usufruir as belezas da natureza local. Boa pedalada.
Texto: Helda Suene
Grupo de pedaleiros: (Blash Bikers)
ADILSON BARROS
ARTHUR RAFAEL
ELMO SILVANO
FERMANDO ROMA
HELDA SUENE
NATÉRCIO PEDROSA
RAUL ANTÔNIO
THIAGO PEDROSA
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